ASP recebe certificado de parceiro de Comissão da Assembleia Legislativa do Paraná

Entrega aconteceu durante audiência pública sobre adoção e apadrinhamento afetivo

Audiência Pública "Adoção e Apadrinhamento Afetivo" e diplomação dos parceiros da CRIAI 22/05/2019
Foto: Kleyton Presidente/Alep

A Ação Social do Paraná recebeu nesta quarta-feira (22) o certificado de instituição parceira da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (CRIAI), da Assembleia Legislativa do Paraná.

A entrega aconteceu ao final da audiência pública que discutiu a adoção e o apadrinhamento afetivo. O evento, presidido pelo deputado Cobra Repórter (PSD), aconteceu dentro da programação da Semana Estadual da Adoção. A ASP foi representada pela diretora do Asilo São Vicente de Paulo, Inês Barbosa, e pela psicóloga do Asilo, Daniela Tisson.

O promotor da Infância e Juventude da comarca de Araucária, David Kerber de Aguiar, e a promotora da 2ª Promotoria de Crianças e Adolescentes de Curitiba, Mariana Seifert Bazzo, dividiram a tribuna para explicar como funciona o programa de Apadrinhamento Afetivo, as suas modalidades e a importância de seus efeitos sobre a vida de crianças e adolescentes que se encontram nas casas de acolhimento, em especial aqueles com mais de 10 anos de idade. Conforme dados citados por eles e oriundos do Conselho Nacional de Justiça, há hoje mais de cinco mil crianças disponíveis para adoção no Brasil e mais de 42 mil pessoas cadastradas para adotar, perfazendo uma proporção de 8,4 pretendentes a adotivos por criança.

A grande maioria, porém, se mostra disposta a adotar crianças mais novas, até cinco anos de idade. Quanto maior a idade da criança e do adolescente, menor o número de interessados em trazê-los para dentro da família. Daí a importância da conscientização da sociedade para o tema da chamada adoção tardia e para programas como esse, do apadrinhamento afetivo, voltado para crianças e adolescentes que vivem em situação de acolhimento ou em famílias acolhedoras, com o objetivo de promover vínculos afetivos seguros e duradouros entre eles e as pessoas da comunidade que se dispõem a ser padrinhos e madrinhas, oferecendo apoio afetivo, financeiro ou profissional.

* Com informações do portal da ALEP


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